Segunda-feira, 17 de Março de 2008. 8 Horas (mais coisa menos coisa). Desperto-me com uma notícia, veiculada no “Bom dia Cabo Verde”, programa da RCV dando conta de um acidente ocorrido numa das vias principais do concelho do Sal. Resultados provisórios: uma vítima mortal, danos materiais (e emocionais, digo eu).
Causas do acidente: de entre muitas evidências, como falta de precaução, alta velocidade, efeitos da “água”, as péssimas condições de circulação. É que, segundo o repórter da Rádio Nacional, a via que dá acesso ao aeroporto internacional Amílcar Cabral, está que nem um “banco de uril”. Buracos sem conta, devendo o condutor, além de conduzir extremamente lúcido e à velocidade moderada, saber fazer com que haja boa adesão do veiculo ao piso asfaltado (recentemente asfaltado diga-se). Mas como é possível se esta é uma via recentemente asfaltada? É a pergunta do repórter supracitado. E nossa também.
Só que esta parece ser uma pergunta de resposta simples: pouca preocupação das autoridades no que tange à planificação e execução dos projectos, principalmente a nível de construções civis, como é o caso das estradas.
Causas do acidente: de entre muitas evidências, como falta de precaução, alta velocidade, efeitos da “água”, as péssimas condições de circulação. É que, segundo o repórter da Rádio Nacional, a via que dá acesso ao aeroporto internacional Amílcar Cabral, está que nem um “banco de uril”. Buracos sem conta, devendo o condutor, além de conduzir extremamente lúcido e à velocidade moderada, saber fazer com que haja boa adesão do veiculo ao piso asfaltado (recentemente asfaltado diga-se). Mas como é possível se esta é uma via recentemente asfaltada? É a pergunta do repórter supracitado. E nossa também.
Só que esta parece ser uma pergunta de resposta simples: pouca preocupação das autoridades no que tange à planificação e execução dos projectos, principalmente a nível de construções civis, como é o caso das estradas.
O Sal assim está, da mesma forma que em S. Vicente os sinais de estaladiço começam a aparecer nas ruas do Mindelo, há escassos anos (ou meses, em certas circunstancias) asfaltadas. Ora, na Praia está-se também a asfaltar, melhor dizendo, a espalhar alcatrão, por tudo quanto é lado. Será que vamos ter buracos por tudo quanto é lado? Será que foi prevista a sobrevivência e a manutenção das estradas? Será que tudo não passa de Marketing?
Com tantas indagações, é esperar para ver. E a ver vamos. Por enquanto vamos “curtindo” esta previsão imagética (foto) feita por um amigo fotógrafo.


Sem comentários:
Enviar um comentário