Esta é a eleição que a ninguém passa despercebida. O confronto entre Barack H. Obama, 47 anos, democrata, e Jonh McCain,72, Republicano, nas eleições de 4 de Novembro é "espreitado" por tudo quanto é lado do palneta. É que, queiramos ou não, os EUA são o epicentro da terra e referência obrigatória. A política, a economia, as relações entre países, ect. são um conjunto de preocupações à volta destas eleições. Resta agora saber se os norte-americanos vão continuar a "pregar-nos partida" e eleger, uma vez mais, um republicano, ou se, vão mostrar que sim, que podem mudar.
Até esta, para a alegria de muita gente, as sondagens vão dando vitória ao Obama. Oxalá, as previsões se concretizem. DEUS assegure que os norte-americanos não nos surpreendam e não tomem por demais o seu sentimento de nacionalismo extremo.
Agora, entre a eleição de Obama e a mudança que todos auguram, há algumas barreiras, sendo, portanto, necessário, que se acalmem os ânimos e se "assentem" os pés na terra. Afinal, americano (ainda que mestiço), é sempre americano. E não entenda isso como cepticismo. É que o sistema político não vai mesmo mudar de forma tão radical como muitos andam a profetizar por aí fora. Se não seria uma traição à própria política.
Mas é preciso que se diga: MUDANÇAS haverão, mesmo que seja o McCain a vencer o escrutíneo de 4 de Novembro.
Mais ténues ou menos ténues, a ver vamos...













